quinta-feira, 31 de maio de 2012

Sorteio do Kit Sensual

Gente! Passou rápido demais!
Hoje, 31 de maio, é o dia do sorteio do kit sensual da boutique Animadinhos!
Estou muito feliz, pois é o primeiro sorteio deste blog! Espero que o primeiro de muitos!!!
Bom, nesta primeira experiência, contei com a "auditoria" da minha fiel escudeira, minha filha, Maria Luísa.
Conforme as regras, bastava deixar um comentário no post e ser seguidor do blog.
Foram 11 comentários no total, os quais escrevi em pequenos papéis os respectivos nomes.
Acompanhe agora as fotos do sorteio:

Os participantes
Nomes na urna


A auditora embaralhando  os papéis


Momento de expectativa!
Parabéns, Maria José Klein!!!


Obrigada aos participantes e parabéns à vencedora!
Não fique triste e, muito menos, com baixa autoestima se você não ganhou!
Aproveite para visitar o site da Animadinhos e conferir todos os produtos que tem à disposição! E não se preocupe, a discrição na embalagem de entrega é à prova de curiosos!
Para nossa feliz contemplada, entraremos em contato para que ela receba o kit em sua casa!

Um beijo a todos e até a próxima...

Juliana

quarta-feira, 9 de maio de 2012

Amor e prazer - quando os dois não estão no mesmo pacote!

Novidades à vista!
Como a maioria das (os) leitoras (es) do Pra Cima com a Autoestima são meus conhecidos, já devem saber que mudei de casa, de cidade e de estado!
Agora estou morando na cidade de Assis/SP e, até por conta de toda mudança e adaptação, o blog ficou um pouco de lado.
Mas a boa notícia é que voltamos e voltamos com novos amigos!
Eu ia escolher a palavra "parceiro"... mas sei lá, parceiro me parece algo que pode ser muito íntimo (na conotação sexual da palavra) ou bem impessoal (no sentido empresarial).
Por isso, vou chamar de amigo(a).
Este novo amigo é o blog Animadinhos, da boutique sensual, virtual, de mesmo nome!
E como essa amizade começou?
Simples. Porque a busca pela satisfação sexual, passa  invariavelmente pela autoestima.
Quando a gente se sente feliz e segura, as coisas parecem fluir mais tranquilamente em todas as áreas: profissional, amorosa, nas amizades e no sexo.
O contrário também é verdadeiro. Quando sua autoestima cai, o resto parece que empaca.
Já falamos diversas vezes que a autoestima é muito mais de dentro pra fora do que de fora pra dentro. O que você sente por dentro é refletido por fora e aí pode ser o céu ou o inferno.
Mas hoje vamos falar de céu... de amor e de prazer!
Foto Karine Basilio
Sim! De amor e de prazer, porque estes dois podem ou não estar acompanhados. Não quer dizer que devem!
Manter uma vida sexual ativa e feliz não está necessariamente ligada a estar compromissado com alguém. Acredito eu que a maioria das pessoas prefere o pacote completo. Mas, e se esse pacote de amor e prazer estiver difícil de ser encontrado? Ninguém precisa estar condenado a passar as noites na companhia de uma barra de chocolate e um bom filme, né? (Se bem que, de vez em quando, estes também são ótimos amigos).
Enfim, o sexo faz parte da vida! Ter a mente aberta a possíveis relacionamentos efêmeros e descompromissados é uma questão muito pessoal, onde o que deve imperar é a consciência tranquila de estar proporcionando a si mesmo bons momentos em boa companhia.
A única regra é amar-se e proteger-se. Sexo seguro sempre!
No mais, cada cabeça com a sua sentença.
Porque a culpa é um caminho muito curto para se chegar à baixa autoestima. Ressaca moral não serve para quem está certo de que pode sim ter prazer sem envolvimento emocional.
Os caretas que me desculpem, mas eu acredito que há sim uma linha que separa a liberdade sexual da promiscuidade.
Sou absolutamente contra a tudo de vulgar. Mas completamente a favor de as pessoas serem felizes.
Entre quatro paredes e de acordo com seu parceiro (sexual)... podem existir todas as fantasias que os dois desejarem...
Este é um assunto que ainda vai render muito eu prometo que buscarei pessoas mais especializadas para falar a respeito!

E, como o melhor sempre fica pro final... a boutique sensual Animadinhos está nos presenteando com um kit para sortearmos entre as leitoras do blog!

O kit contém: Bolinhas aromáticas de óleo corporal, dadinhos de ações e excitante feminino.


 



Para participar é muito fácil! Basta ser nossa seguidora e deixar um comentário neste post.
E corra! Porque o sorteio será no dia 31 de maio!!!


E não deixem de visitar a página do Animadinhos. É totalmente segura, idônea e com total discrição nos pacotes de entrega do produto! Eu "agarantho"!

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quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Cirurgia Bariátrica: Vale à pena correr o risco?

Divido com vocês o depoimento de uma amiga que chegou à casa dos 3 dígitos na balança e resolveu reverter o jogo a favor dela. Não é nossa intenção, nem minha e nem dela, incentivar a cirurgia. O que incentivamos é a busca pela qualidade de vida, pela auto estima e o prazer de viver bem! As ferramentas para isso é você quem decide!


Moda Plus Size
Há quem diga que o Brasil está mudando o conceito a respeito das gordas. Com um mercado plus size em desenvolvimento, é um pouco mais fácil encontrar roupas em tamanhos grandes, a partir do manequim 46. Existem também sites destinados ao púbico GG e um certo movimento de aceitação do corpo gordo como ele é.
Mas entre viver com um pouco mais de facilidades e viver feliz, existe um caminho bem longo. Eu, particularmente, nunca me senti feliz gorda e acho que jamais teria uma autoestima tão elevada a ponto disso.
Quando decidi fazer a cirurgia, pesava 100kg distribuídos em 1,65m. Comprar roupas era um tormento, me olhar no espelho era ruim e a disposição física era quase nula. Com um filho de 4 anos para criar, decidi virar o jogo. Fiz a cirurgia em novembro de 2011 e, desde então perdi 17kg. A disposição melhorou muito, as roupas são fáceis de encontrar e passei a gostar do que vejo no espelho.
É claro que ainda há um caminho a percorrer; espero perder mais uns 10kg, malhar para endurecer o que restou. Leva-se cerca de 1 ano para estabilizar o peso após uma cirurgia bariátrica.
No meu caso optei pela cirurgia chamada sleeve, onde grampeia e corta-se uma parte do estômago. Fiquei internada 4 dias no hospital odiando cada um deles. Vomitei bastante, fiquei com um soro incômodo e alguns pontinhos (cirurgia feita por vídeo).
As primeiras semanas, até você começar a comer são as mais difíceis. Pensei inúmeras vezes ter feito a coisa errada, tamanha a vontade de comer e a frustração em ver os outros comendo. Mas te digo que tudo isso passa com o tempo. Hoje em dia como de tudo um pouco e se não posso comer fico de boa. Porque a cirurgia é uma reeducação alimentar forçada e a reeducação acontece na mente, não no corpo. A cabeça gorda é que tem que emagrecer!
É uma cirurgia mágica? Não. Se você quer mágica vá ao circo. A cirurgia é uma ferramenta e você tem que ter força de vontade, equilíbrio mental e abrir a mente para uma nova pessoa. É natural sentir-se mal às vezes, especialmente ao ingerir doces e gorduras; é natural mudar seus gostos alimentares e é natural testar seus limites. Já comi além da conta e vomitei, já comi sorvete e pensei que ia morrer, já me perdi no horário, deixei de comer e quase desmaiei. Adaptação é a palavra daqui para frente.
Então você deve estar pensando que não vale a pena! Eu te digo que vale e muito! Vale à pena caber numa calça jeans de marca boa ( que geralmente vão só até o 42). Vale a pena subir escadas e chegar no topo respirando normalmente. Vale a pena pegar seus exames de sangue e ver tudo em ordem. Vale a pena comprar roupas em lojas normais e se sentir linda. Vale a pena levar cantadas. Vale a pena fazer sexo se sentindo gostosa. Vale a pena ter uma relação normal com a comida. Vale a pena ser uma mãe bonita e disposta para brincar com seu filhote. Vale a pena olhar-se no espelho e ter prazer em fazê-lo!
É claro que existem os que são contra e acham um absurdo fazer uma cirurgia dessas quando existe no mundo alface e academias. Eu digo que só quem chegou a casa dos 3 dígitos e perdeu a auto estima pode dizer se a cirurgia vale a pena ou não. Por que quem é gordo não é por opção. Quem é gordo geralmente é viciado em comida e segue o esquema clássico: “Vou comer por que estou infeliz. Estou infeliz porque como demais”. 
O conselho que dou para quem pensa na cirurgia é o seguinte:  ponha a mão na consciência e escolha correr o risco de uma cirurgia ou correr o risco de um AVC, um infarto, diabetes e demais co morbidades decorrentes do excesso de peso. 



Carla Espínola é jornalista, tem 30 anos e mora em Balneário Camboriú, SC.

sábado, 31 de dezembro de 2011

Meu desejo de ano novo

Gente, 31 de dezembro de 2011!
Último dia do ano... e hoje, enquanto muitos preparam a festa de ano novo, outros se arrumam, esperam o trabalho acabar, alguns estão sozinhos, outros bem acompanhados... 
O que pouco muda hoje é que este é o dia em que todos nós paramos pra pensar no ano que tivemos, no que  fizemos,  no que deixamos de fazer e o que queremos e faremos para o ano que se inicia amanhã!

Pra mim, comer lentinha, uva, pular 7 ondas, não comer bicho que cisca pra trás, usar branco pra ter paz, amarelo pra ter dinheiro ou vermelho pra ter amor... isso tudo e muito mais que inventam como simpatias para ter sorte não vale de nada! 
O que vale é plantar para colher!
Plantar amor para receber amor.
Plantar o perdão, para ser perdoado.
Plantar a gentileza e recebê-la de volta.
Plantar a concórdia para ter a paz...
Pois quem planta vento colhe tempestade, já dizia a sabedoria popular!
Lembre-se que o que muda é apenas e folhinha do calendário, não os seus problemas, não as suas conquistas, não os seus amigos ou inimigos... Não a sua família, seus vizinhos, o seu trabalho...
Mas o bom disso tudo é que temos, a cada novo dia que amanhece, a chance de mudar a nós mesmos!
Pois este é um dom que nos foi dado, um dos poucos... mudar a nós mesmos!
Meu desejo de todo coração é que você possa mudar aquilo que você considera que seja preciso para ser melhor!
CARPE DIEM - Aproveite o momento!
Que em 2012 este seja seu mantra e que você aproveite os momentos para mudar sua vida para melhor!
Que eu consiga também mudar em mim tudo aquilo, ou pelo menos boa parte, daquilo que julgo errado e que emperra minha evolução como pessoa, mãe, esposa e trabalhadora.
Um brinde à felicidade que virá com as boas mudanças em 2012!

FELIZ ANO NOVO!

Beijos,

Juliana

domingo, 20 de novembro de 2011

Chaveiro Maneiro!


Já falamos muito aqui de autoestima e continuaremos falando sempre! 
Estar bonita ajuda a manter a autoestima lá em cima!
Por isso, de vez em quando e a partir de agora,vocês irão ver aqui posts sobre moda, beleza, estilo e afins...
Mas eu vou começar bem de leve... falando da moda dos chaveiros!


Quando ouvimos falar em chaveiros a primeira coisa que nos vem à mente são aqueles que ganhamos de brinde com a logo de alguma empresa, certo?
Ok. Mas vamos ser francos, tem coisa mais sem graça que um chaveiro de empresa?
Bom, caso haja, ele está, com certeza, entre os itens  mais sem graça de uso pessoal.
E que tal dar um toque de charme neste objeto tão corriqueiro?
Ter um chaveiro com o seu estilo, usá-lo para dar um charme na bolsa, como opção de presente ou até mesmo de lembrancinhas de festa?
design Tatiana Orrico nos mostra, com suas peças exclusivas, que o chaveiro pode ser uma um acessório fashion e até dar um toque no seu look.
Tatiana trabalha sua criatividade e bom gosto com materiais nobres, sendo seu favorito os cristais de murano, por suas cores e sua beleza.
Chaveirinho de empresa? Nunca mais!!!


quinta-feira, 17 de novembro de 2011

A primeira pessoa do singular sou EU

Isto é pra mim... mas também pode servir pra você!

Sou eu quem ascende o cigarro, quem puxa o gatilho.
Sou eu quem abre a geladeira, quem  come o chocolate.
Sou eu quem calça o tênis e vai pra rua caminhar.
Sou eu quem liga a TV e se entoca no sofá!
Sou eu o meu melhor amigo e o meu pior inimigo!

Por mais que o meio e as pessoas à minha volta possam interferir no meu humor, sou eu a responsável por manter elevada minha auto estima!
Esperar por dias melhores pra que? Por que?
Porque sou humana e como tal, uma  incansável insatisfeita?
Sou eu quem tem que fazer o dia melhor chegar logo! E que seja hoje!
O que eu estou esperando para me amar?
Para acreditar no meu potencial?
Quantas desculpas ainda vou dar para cometer os mesmos erros?
A minha vida é um presente tão raro, tão precioso e tão frágil... e eu só percebo isto quando a morte mostra a sua irreversibilidade!

Não quero mais pensar nos dias que desperdicei.
Não quero mais pensar no que me fez sofrer.
Eu só quero o que me faz bem e essa escolha é minha!

Beijos,

De: Mim
Para: Eu mesma






terça-feira, 8 de novembro de 2011

Tudo depende de como se vê

Malu na mudança para Floripa (2007)
Existe uma máxima que diz, "a única coisa permanente é a mudança".
Por isso, acredito que precisamos estar sempre prontos para ela.
Estou aqui pensando se eu gosto ou não das mudanças? É difícil de responder.
O que eu sei é que procuro encarar com otimismo. Pois se a mudança for inevitável, lutar contra é gastar energia e sofrer em vão. Melhor é utilizar esta energia para transformá-la em algo bom.
Minha experiência com mudanças começou quando resolvi sair do ninho, da casa dos meus pais e buscar a independência em outra cidade. Com o diploma debaixo do braço, a cidade escolhida foi Jaraguá do Sul (SC). Uma escolha estratégica por ser uma cidade promissora e ter por perto meu irmão mais velho e tios prontos a socorrer no primeiro grito! Morei lá por três anos até me casar e mudar para Curitiba (PR). Na capital paranaense morei por 5 anos, mudei de um apartamento alugado para minha casa própria e tive a minha filha. Lá as mudanças foram as do meu marido, que trabalhou em algumas empresas. Em 2007, quando nossa filha estava com 7 meses, nos mudamos para Florianópolis (SC), onde permanecemos por dois anos. A cidade seguinte foi Criciúma, que veio por conta de uma nova mudança de trabalho dele.
Agora estamos nos preparando para uma nova mudança. A cidade para onde estamos indo, se Deus assim quiser, é Assis (SP).
Isto me fez parar um pouco para refletir sobre estas mudanças.
Daí me vem outra máxima: "Para cada escolha, uma renúncia".
Eu lamentei renunciar uma cidade como Curitiba (pra ser franca, ainda lamento), mas Florianópolis chegou com amigos queridíssimos, pessoas que eu trago no meu coração e me sinto privilegiada por tê-los conhecido.
Depois veio Criciúma, outra mudança que eu procurei encarar vendo o lado bom, pois estaria indo para perto da minha família. Mas meu marido não se adaptou à cidade e aí começou a busca para uma nova mudança, e é bem nesta fase que eu me encontro.
E assim, ganhando e renunciando, a gente também exercita o desapego. Aprende que o que é forte, permanece e o que não é tão verdadeiro, acaba esquecido.
É uma coisa muito pessoal o modo como se encara uma mudança de cidade. Existem pessoas que podem correr o mundo, mas nunca vão querer outro lugar para morar, a não ser a cidade onde residem. Outras tem um espírito nômade e uma grande facilidade de adaptação.
Como só posso falar por mim, acredito que faço parte do segundo grupo. Meu pensamento é de buscar ser feliz e, mesmo sabendo que a felicidade está dentro de nós mesmos e não em um endereço certo, eu procuro não me apegar às paredes da casa, aos móveis e nem a um CEP.
Malu ajudando a ver as casas em Assis (2011)
No caso de Assis, eu só conhecia por nome e sabia que se tratava de uma cidade mediana no interior de São Paulo, próxima a Marília (a cidade natal do meu marido). Estive a primeira vez lá na semana passada procurando casa pra morar e, graças a Deus, simpatizei com a cidade.
Penso que a nossa vontade para que uma coisa dê certo é um bom começo para o sucesso! Por isso procuro encarar as mudanças com entusiasmo, vendo o lado bom, imaginando minhas coisas em cada casa visitada, olhando o comércio e vendo onde eu vou comprar o que quado precisar e assim, vou criando uma rotina que ainda está por vir, imaginando uma vida que ainda nem começou.
Quanto à minha filha, tento passar tranquilidade e acredito estar proporcionando um excelente aprendizado de vida. Afinal, com apenas cinco anos ela já está indo para a terceira escola e para a quarta cidade! Enquanto alguns podem achar que isso é nocivo para a criança eu penso que seja bem ao contrário, mesmo que sem saber, ela já está sendo preparada para enfrentar o novo.
E porque o novo tem que ser ruim? Afinal, tudo depende de como se vê!